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O “mapa mundi”
Era uma velha expressão que indicava um mapa de todos os países do planeta. Tempos houve em que não se falava de planeta, mas sim de "mundo". Temos que colocar um " mapa mundi" em cada sala de aula para dar a todas e a cada criança e a cada jovem , a perspectiva global dos diversos países: 195 segundo as últimas contas...

Eduardo Rui Alves
21 de jan.1 min de leitura


O olhar que a escola dá
Porque é que o olhar de alguém que foi à escola é tão diferente?

Eduardo Rui Alves
21 de jan.1 min de leitura


A ditadura do presente
Sem se resolvem os problemas velhos nem nos apercebemos dos novos problemas. Há uma tremenda pressão para nos centrarmos no momento imediato. Nem há tempo ou oportunidade de pararmos para pensar no amanhã. Significa que a nossa capacidade de antecipação, as nossas capacidades de pensar estrategicamente acabam por nem ser desenvolvidas. Daí advém que os velhos problemas não são resolvidos, sobretudo aqueles que dependem de uma ação de longo prazo. Sem se resolvem os problemas

Eduardo Rui Alves
21 de jan.1 min de leitura


O velho Dakota
Também dizem que o avião era tão equilibrado que parecia antecipar os erros do piloto, acabando o próprio avião por os corrigir.

Eduardo Rui Alves
10 de jan.4 min de leitura


Temos que ser inteligentes
(#192) Eu até diria, que seria mais inteligente sermos mesmo inteligentes em vez de tentar apenas ser inteligente. Esta coisa de tentar ser, cheira a manha portuguesa. A frase fica sempre bem em qualquer circunstância. Temos que ser inteligentes. Normalmente utilizamos esta frase quando não sabemos o que dizer e queremos passar por pessoas razoavelmente dotadas intelectualmente. Temos que ser inteligentes. Depois tem a vantagem de poder ser dita de várias formas e com

Eduardo Rui Alves
10 de jan.4 min de leitura


Um sexagenário Inteligente
(#193) Portanto, pela manhã, há que correr as cortinas, levantar os estores, abrir as janelas e olhar o céu. Se a soneira pela manhã não der para grandes reflexões, ao menos veja-se se vai chover e vista-se uma roupinha adequada para enfrentar o dia e a vida. É verdade: fiz 60 anos e sou um sexagenário. Simpaticamente dizem-me que estou ótimo, de boa saúde e com ar jovem. Sei que não tenho um ar caquético, mas também não estou interessado em ser jovem, forte e belo para toda

Eduardo Rui Alves
10 de jan.8 min de leitura


Uma história de vida
(#194) A partir daí, individual ou coletivamente, ganhamos a capacidade de antecipação. Ora é esta antecipação, materializada, por exemplo, nas previsões dos epidemiologistas, que pode permitir as adaptações e os ajustamentos necessários. Todos temos uma história para partilhar: a nossa história pessoal. E toda a história pessoal de qualquer ser humano merece ser partilhada, não por cada um de nós ser uma variante caseira dos heróis homéricos, mas porque cada história, de cad

Eduardo Rui Alves
10 de jan.8 min de leitura
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