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Um corpo sem cabeça
Saboreio cada frase, sentido os odores, imaginando cada recanto de uma Paris de gente pobre, cafés onde se serve vinho que vem da província. Perdi a cabeça e comprei 2 livros de George Simenon, na Casa da Achada a 0,50 € cada e comecei a ler “O corpo sem cabeça” de 1955. Foi um perder a cabeça, pois não me faltam coisa para ler. Como por exemplo, "Normal People/Pessoas Normais" de Sally Rooney, uma escritora irlandesa de 30 e poucos anos. Já vi a série televisiva e é com expe

Eduardo Rui Alves
30 de ago. de 20222 min de leitura
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