top of page
Buscar


Colapsei esta semana
Parece que a capacidade de percecionar o seu trabalho como sendo importante, uma certa racionalização daquilo que é o nosso papel como professor, a obtenção de satisfação nas relações que se estabelecem no meio escolar, parecem ser fatores que fortifiquem o docente para não entrarem burnout.

Eduardo Rui Alves
há 3 dias4 min de leitura


Temos que ser inteligentes
(#192) Eu até diria, que seria mais inteligente sermos mesmo inteligentes em vez de tentar apenas ser inteligente. Esta coisa de tentar ser, cheira a manha portuguesa. A frase fica sempre bem em qualquer circunstância. Temos que ser inteligentes. Normalmente utilizamos esta frase quando não sabemos o que dizer e queremos passar por pessoas razoavelmente dotadas intelectualmente. Temos que ser inteligentes. Depois tem a vantagem de poder ser dita de várias formas e com

Eduardo Rui Alves
10 de jan.4 min de leitura


Um sexagenário Inteligente
(#193) Portanto, pela manhã, há que correr as cortinas, levantar os estores, abrir as janelas e olhar o céu. Se a soneira pela manhã não der para grandes reflexões, ao menos veja-se se vai chover e vista-se uma roupinha adequada para enfrentar o dia e a vida. É verdade: fiz 60 anos e sou um sexagenário. Simpaticamente dizem-me que estou ótimo, de boa saúde e com ar jovem. Sei que não tenho um ar caquético, mas também não estou interessado em ser jovem, forte e belo para toda

Eduardo Rui Alves
10 de jan.8 min de leitura


Uma história de vida
(#194) A partir daí, individual ou coletivamente, ganhamos a capacidade de antecipação. Ora é esta antecipação, materializada, por exemplo, nas previsões dos epidemiologistas, que pode permitir as adaptações e os ajustamentos necessários. Todos temos uma história para partilhar: a nossa história pessoal. E toda a história pessoal de qualquer ser humano merece ser partilhada, não por cada um de nós ser uma variante caseira dos heróis homéricos, mas porque cada história, de cad

Eduardo Rui Alves
10 de jan.8 min de leitura


Pagamos uma fatura
Cada um de nós paga uma fatura pelo presente e pelo passado da comunidade que nos rodeia; o presente e passado que gostaríamos que fosse diferente.

Eduardo Rui Alves
8 de mai. de 20241 min de leitura


Velhos para sermos sábios?
Será sobretudo o amadurecimento como ser humano, lidar com a vida e compreendê-la. Será, sobretudo, olhar uma criança ou um jovem, como um ser humano completo, como a materialização da vida e compreendê-lo na sua totalidade? Cillian Murphy é um ator irlandês, com uma vasta carreira no cinema com papeis particularmente desafiantes. Em início de 2024, Cillian ganha grande destaque por interpretar o papel de Julius Robert Oppenheimer, o pai da bomba atómica americana, cujo prime

Eduardo Rui Alves
5 de mar. de 20242 min de leitura


A remissão é possível?
Redimir os nossos pecados é um conceito que entrou a custo na minha mente com 13 ou 14 anos nas longas conversas da catequese, na Igreja de S. Pedro em Ponta Delgada. Redimir é reparar, salvar, resgatar, corrigir. Mas redimir tem um sentido muito próprio que só a palavra redimir consegue alcançar. Caso contrário a palavras não existia. The counter cards (O jogador) de Paul Schrader é um filme sobre remissão. Taxi Driver, a Obsessão, A Última Tentação de Cristo são filmes que

Eduardo Rui Alves
7 de jan. de 20222 min de leitura


O Pisão dos afetos
Há abraços apertados, com uma boa dose de comoção. Cara virada para o lado, sem máscara. Vacinados, quase todos. 13 de Dezembro de 2021. Domingo de manhã. Manhã de Sol forte, temperatura amena para a época do ano. Quinta do Pisão , um parque natureza em Cascais, de 380 ha, da Câmara Municipal. Um pisão é um engenho para pisar ou apisoar a lã para lhe dar a devida consistência. O nome ficou, por nesta quinta terem existido pisões que trabalharam a lã, em tempos recuados. Agor

Eduardo Rui Alves
13 de dez. de 20213 min de leitura


Daniel, o cego que vê como um morcego
Desloca-se produzindo cliques com a língua. Os seus ouvidos dão conta do espaço que o rodeia, das formas, das texturas, dos obstáculos. Tal como um morcego. Cego aos dois anos, o cérebro de Daniel Kish adaptou-se e hoje, consegue desenhar uma planta depois de chegar a um novo local. É de valor! É uma história de como o cérebro humano tem capacidades insuspeitas e de como é possível vencer os grandes desafios que nos surgem na vida. Foi fundador e é presidente da associação Wo

Eduardo Rui Alves
26 de jul. de 20211 min de leitura
bottom of page
