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Temos que ser inteligentes
(#192) Eu até diria, que seria mais inteligente sermos mesmo inteligentes em vez de tentar apenas ser inteligente. Esta coisa de tentar ser, cheira a manha portuguesa. A frase fica sempre bem em qualquer circunstância. Temos que ser inteligentes. Normalmente utilizamos esta frase quando não sabemos o que dizer e queremos passar por pessoas razoavelmente dotadas intelectualmente. Temos que ser inteligentes. Depois tem a vantagem de poder ser dita de várias formas e com

Eduardo Rui Alves
10 de jan.4 min de leitura


Serra de Sintra #03
O dia foi quente, com céu limpo e cheio de Sol. Mas à tarde, o dia entristeceu e deixou o céu fechado num véu de nuvens cinzentas. Como simulacro de Sol, apenas o reflexo do candeeiro…

Eduardo Rui Alves
15 de abr. de 20241 min de leitura


Serra de Sintra #02
Ainda é domingo. Mais um dia quente, propício ao descanso, antes de uma nova semana. Há menos vento do que ontem. Ainda terei menos de 10.000 dias até a uma esperança de vida de 90 anos. Quantos destes dias que faltam, terão por-do-Sol como este? Um terço ou 33%?

Eduardo Rui Alves
14 de abr. de 20241 min de leitura


O rio monumental
23 de Agosto de 2022 Quase todos os países da Europa tem um rio. Há países que partilham o mesmo rio. Em Portugal temos o Tejo, nosso, que atravessa todo o país vindo de Espanha. Banha Lisboa e dá-lhe o cenário para onde a cidade olha. Divide o país e dá nome às terras do sul: Alem-Tejo. Aqui, nesta imagem, o Tejo acabou de atravessar a fronteira entre Espanha e Portugal. As águas estão pacificadas porque há uma barragem mais à frente. São águas pacíficas, numa tarde de Agost

Eduardo Rui Alves
3 de out. de 20221 min de leitura


Ainda o frio da noite
30 de Setembro de 2022 Madrugada fria. Depois de acordar sabe bem sentir o fria da manhã, sem uma aragem sequer. Toda a vida parece adormecida, preguiçosa, resistindo a dar início a mais um dia. Nem os pássaros nas árvores, dão conta da sua presente, em silêncio, à espera que o Sol faça sentir os primeiros raios de luz e calor. O frio desperta os sentidos e faz-nos acordar e sentir a vida que espera o sinal da manhã. Será, decerto, um bom dia. © Eduardo Rui Alves

Eduardo Rui Alves
3 de out. de 20221 min de leitura


As tardes mornas de outono
26 de setembro de 2022 O Outono acabou de chegar, mas há um rasto de calor de verão que ainda impera, já com os tons dourados típicos do equinócio de setembro. O Sol tenta furar os estores, enquanto a Crassula ovata, uma suculenta originária da África do Sul, se deixa iluminar pelos raios de luz quentes que conseguem escapar à barreira esburacada. Há uma estranha paz que imana deste enquadramento. A janela entreaberta deixa entrar uma aragem doce e morna. Serão 4 da tarde e a

Eduardo Rui Alves
3 de out. de 20221 min de leitura


Três árvores
26 de setembro de 2022 Uma paragem ao meio-dia, à espera que alguém venha. Não há nada para fazer senão esperar. O olhar descobre pormenores: três árvores e mais atrás outras tantas. Tantas foram as vezes que por aqui passamos, mas não fosse a espera por alguém, nunca descobriríamos este recanto, numa rotunda, encruzilhada entre casas e compras de supermercado. É um dia de Sol, e por esperávamos, entretanto chegou.

Eduardo Rui Alves
3 de out. de 20221 min de leitura


A tarde que parte
18 de Setembro de 2022 É sempre o momento mágico do dia. Uma linha de água: o rio Sado que parte em direção a Setúbal. Mas não interessa que rio será, que cidade olha o horizonte, que destino levará. É uma tarde, entre as muitas milhares de tarde que já vivemos. Quantas terminaram num por-do-sol magnífico? Quantos mais vezes veremos um sol a espreguiçar-se entre cores de fogo? Talvez mais uma centena de vezes até morrermos e partirmos para outras paragens, acreditando que os

Eduardo Rui Alves
3 de out. de 20221 min de leitura


Barro e plantas
17 de Setembro de 2022 Numa tarde de calor, lá para os lados do Alentejo, entre Arez e Vale de Guizo. O barro que vem da terra continua a suportar o solo que suporta este conjunto harmonioso das mais diversas plantas. São plantas ornamentais, exóticas neste Portugal. Terão vindo do outro lado do mar. Serão endémicas noutras paragens. Outros mundo aqui tão perto, encerrados em barro de formas caprichosas. Há mesmo uma bacia que outrora terão lavado as mãos de quem, cansado, ch

Eduardo Rui Alves
3 de out. de 20221 min de leitura


O Pisão dos afetos
Há abraços apertados, com uma boa dose de comoção. Cara virada para o lado, sem máscara. Vacinados, quase todos. 13 de Dezembro de 2021. Domingo de manhã. Manhã de Sol forte, temperatura amena para a época do ano. Quinta do Pisão , um parque natureza em Cascais, de 380 ha, da Câmara Municipal. Um pisão é um engenho para pisar ou apisoar a lã para lhe dar a devida consistência. O nome ficou, por nesta quinta terem existido pisões que trabalharam a lã, em tempos recuados. Agor

Eduardo Rui Alves
13 de dez. de 20213 min de leitura
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